7 de abril de 2011

Redução de fuligem e ozônio troposférico pode combater as mudanças climáticas a curto prazo

Segundo um novo relatório da ONU, a redução de fuligem atmosférica, e metano e ozônio ao nível do solo é a maneira mais rápida de combater as mudanças climáticas a curto prazo. A redução dessas emissões poderia diminuir o aquecimento em meio grau.

A fuligem provém da combustão incompleta de combustíveis fósseis, principalmente através de motores a diesel e queima de biomassa, inclusive em fogões. Ela aquece a atmosfera diretamente, e também aumenta o aquecimento quando as partículas caem sobre a neve ou gelo e reduzem a sua refletividade.

O ozônio na alta atmosfera nos protege de raios nocivos. Ao nível do solo é um poluente grave formado pela ação da luz solar sobre o metano, monóxido de carbono, compostos orgânicos voláteis e óxidos de nitrogênio.

Os autores do relatório insistem que os países devem continuar a se esforçar para reduzir as emissões de CO2, o principal gás implicado nas alterações climáticas a longo prazo, que vai continuar a aquecer a atmosfera por mais de 100 anos a partir do momento em que for produzido.
Porém, a curto prazo a alternativa mais facilmente aplicável à redução de CO2 seria usar tecnologias existentes para cortar o ozônio e o carbono negro (fuligem), que podem diminuir o aquecimento regional por 30 a 60 anos, e evitar milhões de mortes prematuras e dezenas de bilhões de reais de perdas de safras por ano.

Isso porque a fuligem e o ozônio ao nível do solo prejudicam a saúde humana, e o ozônio danifica culturas.

A recuperação de metano a partir de carvão, petróleo e extração de gás e transporte, a captura de metano na gestão de resíduos, o uso de fogões de queima limpa para cozinhar, filtros de partículas diesel para veículos e a proibição da queima de resíduos agrícolas também ajudariam o clima, a saúde humana, e os ecossistemas.

Para isso tudo ser possível, são necessários investimentos estratégicos e planos institucionais.

As principais estratégias de redução de CO2 visam principalmente a energia e os grandes setores industriais e, portanto, não resultariam necessariamente em reduções significativas nas emissões de carbono preto ou dos precursores de ozônio metano e monóxido de carbono.

A redução significativa desses gases de curta duração requer uma estratégia específica, já que muitos são emitidos a partir de um grande número de pequenas fontes.

Talvez esse tipo de redução possa ser eventualmente tratada no âmbito dos acordos de poluição regional, sem a necessidade de um acordo global. Mas alguns especialistas ainda argumentam que a inclusão desses poluentes nas negociações da ONU seria uma vantagem, assim os países em desenvolvimento se estimulariam com a possibilidade de obter créditos com estratégias para cortar esses agentes.

Fonte : BBC Adaptado por hypescience.com

31 de março de 2011

Mudanças climáticas: a contribuição da cidade do Rio de Janeiro

Nas últimas quatro décadas, o Brasil viveu um processo de mudanças econômicas e sociais caracterizado pela modernização da economia e intenso fluxo migratório em direção aos principais centros urbanos do país, notadamente o Rio e São Paulo. Entretanto, essa urbanização acelerada resultou na ocupação desordenada do espaço urbano através de intervenções desconexas com intensa verticalização, compactação e impermeabilização do solo, supressão de vegetação e cursos dágua, e esse processo ainda teve uma outra agravante: não foi acompanhado de um planejamento de expansão de infraestrutura e de serviços, comprometendo tanto a qualidade de vida das populações quanto ao ambiente natural.

É fundamental que uma metrópole como o Rio de Janeiro promova a transformação desse modelo de exploração desordenada do meio ambiente, que além de produzir custos sociais danosos para a população e para o poder público, contribui de forma decisiva no aumento dos impactos resultantes das mudanças climáticas na cidade. Neste sentido, a atual administração municipal tem envidado esforços na execução de projetos e programas direcionados, principalmente, ao enfrentamento das mudanças climáticas, considerando além da dimensão ambiental, tecnológica e econômica, a dimensão cultural e política, que vai exigir a participação democrática de todos os segmentos da sociedade.

A cidade do Rio de Janeiro foi uma das primeiras no país a definir uma Política Municipal de Mudanças Climáticas e de Desenvolvimento Sustentável, iniciativa essa que consagrou o esforço conjunto do poder executivo com a Câmara de vereadores da cidade. A Lei estabelece metas de redução de emissões de gases do efeito estufa para os próximos anos (de até 8% em 2012, de até 16% em 2016, e de até 20% em 2020, em relação às emissões registradas em 2005). Agora está sendo regulamentada com a participação efetiva de todos os órgãos da administração municipal envolvidos direta ou indiretamente com os impactos climáticos, e o texto preliminar de sua regulamentação será disponibilizado na internet para consulta pública.

Foi também criado o Fórum Carioca de Mudanças Climáticas e Desenvolvimento Sustentável composto por representativos segmentos do poder público, iniciativa privada e sociedade civil, cujo objetivo é contribuir na busca de soluções viáveis para adoção de políticas públicas visando reduzir as emissões de gases do efeito estufa.

O município do Rio de Janeiro foi pioneiro ao negociar compensações de emissões de gases do efeito estufa com a iniciativa privada, antecipando-se à definição dos marcos regulatórios nacional e internacional sobre o tema.

A política climática da cidade, coordenada pela Secretaria Municipal de Meio Ambiente, vem sendo implementada através de uma moderna, ágil e intensificada atuação que envolve a transversalidade entre as diversas áreas da administração municipal e sólidas parcerias com instituições acadêmicas de excelência, através de ações compartilhadas, como projetos, pesquisas, e atividades inovadoras no setor gestão de resíduos sólidos, transportes, urbanismo, energia, defesa civil, entre outros, visando sempre à sustentabilidade e à mitigação e/ou adaptação das emissões dos gases estufa..

E dentre essas ações destacam-se:

Atualização do Inventário de Emissões de Gases do Efeito Estufa da Cidade(Prefeitura/Coppe); Mapa de Vulnerabilidades Climáticas (Prefeitura/Inpe);

Rio Capital Verde (plantio de mudas de espécie arbóreas em mais 1,5mil hectares até 2012, em áreas localizadas nas encostas da cidade para recuperar o ecossistema original da Mata Atlântica, regularização dos mananciais e a prevenção à ocupações irregulares,utilizando mão de obra local);

Rio Capital da Bicicleta (ampliação da atual rede de ciclovia – a segunda maior da América Latina - passando de150km para 300km);

Programa Gestão de Resíduos Sustentáveis e a Criação do Plano de Emergência da Cidade, sob a coordenação da Defesa Civil.

A Prefeitura do Rio está também executando uma série de projetos sustentáveis de grande porte e com significativo alcance em relação à redução dos gases do efeito estufa, como por exemplo: a construção do Centro de Tratamento de Resíduos de Seropédica, a implantação de três corredores viários: a Transcarioca, a Transoeste e a Transolímpica, totalizando mais 150km de extensão, onde os ônibus utilizarão combustíveis renováveis trafegando em pistas exclusivas. E a incorporação da dimensão climática no planejamento de toda malha viária da cidade. Outra iniciativa importante foi a criação do Centro de Operações Rio, utilizando tecnologia de última geração que reúne e consolida informações produzidas pela Prefeitura e por diversas instituições e que em muito contribuirá para os esforços visando a minimizar sensivelmente os impactos das mudanças climáticas na cidade.


Nelson Moreira Franco é gerente de
mudanças climáticas da Secretaria
Municipal do Meio Ambiente

28 de março de 2011

Bolsistas Seleção 2011 na Pós-Graduação em Mudanças Climáticas

Universidade Federal do Paraná
Programa de Educação Continuada
em Ciências Agrárias- PECCA






Resultado do Processo de
Seleção/2011 de Bolsistas para ingresso
na Pós-graduação em Mudanças Climáticas,
Projetos Sustentáveis e Mercado de Carbono

1 - Cristiano Rodrigues Reis
2 - Janainna Rodrigues Ribeiro
3 - Lia Amadio
4 - Mariana Espindola de Souza
5 - Natasha Choinski
6 - Simone de Castro Vianna

Curitiba, 11 de março de 2011.
Prof. Dr. Carlos Roberto Sanquetta
Coordenador da Pós-graduação em Mudanças Climáticas

Estudo de baixo Carbono para o Brasil - Resíduos


Após dois anos de trabalho, a CETESB e o Banco Mundial apresentam o resultado de uma cooperação que desenvolveu o primeiro Cenário de Baixas emissões de Carbono para o Brasil do setor de resíduos e efluentes. Neste documento, além da apresentação da situação do saneamento no Brasil, são enumeradas as principais técnicas de tratamento e disposição de resíduos e efluentes, alguns aspectos da legislação e da política de saneamento brasileiros, além dos principais programas na área de saneamento em vigor.

A expressão "Baixo Carbono" se refere às mudanças tecnológicas e comportamentais que devem ser induzidas pelo processo que visa mitigar as mudanças climáticas globais. Mantendo o desenvolvimento da economia mundial, a humanidade deve encontrar, dentre as tecnologias novas ou existentes, novos caminhos - aqueles de "Baixo Carbono", com emissões de GEE menores que as atuais. Com isso, deve ser implementado o desenvolvimento sustentável, que por ser de "Baixo Carbono", ameniza as mudanças climáticas globais. Na expressão, a palavra "Carbono", deve ser interpretada como sendo todos os gases de efeito estufa. Dentre eles, o Dióxido de Carbono - CO2 que é o mais abundante e, por simplificação, muitas vezes apresentado apenas como "Carbono". Assim, "Baixo Carbono" significa menores níveis de emissões dos GEE.

Nesse contexto, o tratamento de resíduos que emite gases de efeito estufa – GEE pode ter menores níveis de emissões contribuindo para a mitigação das mudanças climáticas globais. No país, sem nenhuma interferência visando o Cenário de Baixo Carbono, há uma tendência de elevação dessas emissões de 63 para 99 [106tCO2e] (milhões de toneladas de CO2 equivalente) no período entre 2010 e 2030, o que significa um aumento percentual da ordem de 57%. O Cenário de Baixo Carbono avaliado pela CETESB mostra que, mantendo as condições de desenvolvimento e a um custo de 1 dólar por tonelada de CO2equivalente evitada, é possível evitar emissões no ano de 2030, passando das previstas 99 para 18 [106tCO2e], ou aproximadamente 80% de redução.

Lista Eletrônica de Debates: ozonio@cetesbnet.sp.gov.br

24 de março de 2011

Relação entre clima e agricultura é discutida em seminário

No evento promovido pelo Inmet, setor é apontado como um dos mais afetados pela mudança de clima e pelos desastres naturais no Brasil e no mundo.
Por Ana Rita Gondim

O impacto das mudanças climáticas na agricultura foi um dos temas abordados durante o seminário “Clima e você” promovido, nesta quarta-feira, 23 de março, pelo Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), em comemoração ao Dia Meteorológico Mundial. “Existe uma relação de correspondência entre o homem e o clima. A humanidade, com mais de seis bilhões de pessoas, é capaz de alterar o clima, aquecendo o planeta, e isso afeta suas atividades, como a agricultura”, explicou o diretor do Inmet, Antônio Divino Moura.

O aumento das ondas de calor no mundo tem influência direta na atividade agrícola com crescimento do registro de secas intensas ou chuvas em excesso. “É um aspecto crítico porque a atividade demora para se adaptar. O impacto é muito maior em função das ondas de calor do que em relação ao aumento da temperatura”, exemplifica Carlos Afonso Nobre, secretário de Políticas e Programas de Pesquisa e Desenvolvimento do Ministério de Ciência e Tecnologia. Nobre também preside a Comissão de Coordenação de Atividades de Meteorologia, Climatologia e Hidrologia (CMCH) do ministério.

Para o presidente da Sociedade Brasileira da Meteorologia, José Carlos Figueiredo, a agricultura merece uma atenção especial com as previsões e observações do tempo. “O clima afeta qualquer atividade humana, desde a dona de casa cuidando do lar à pessoa que está viajando a turismo. E a agricultura principalmente”, afirmou. “O Inmet, desenvolve um papel de extrema relevância, contribuindo para o desenvolvimento sustentável de vários setores, entre eles, a agricultura. O instituto é referência no serviço tanto no Brasil como perante outros países”, acrescentou o secretário-executivo do Ministério da Agricultura, Milton Ortolan, que representou o ministro Wagner Rossi no seminário.

Desastres naturais
De acordo com o secretário Carlos Nobre, estudos mostram que todas as concentrações atmosféricas dos gases do efeito estufa vêm aumentando e isso provoca, entre outras consequências, aumento da temperatura, elevação do nível do mar e redução da neve no hemisfério norte.

“Não é uma prova absoluta, mas as estatísticas mostram, sem sombra de dúvida, que os desastres estão acontecendo com mais frequência”. Carlos Nobre chamou a atenção para a mudança de clima em várias partes do país, onde chove, por exemplo, mais de 50 mm por dia. “Já é uma coisa do dia a dia acompanhar as chuvas intensas no sudeste de São Paulo e Rio de Janeiro. Deixou de ser uma situação anormal”. Segundo ele, essa “normalidade” não se refere à perda de vidas humanas, mas ao desastre em si. “No Brasil, as inundações são o principal desastre natural. As fatalidades já acontecem em maior número, com os deslizamentos”, explicou.

Conforme os dados apresentados no seminário, um em cada um milhão de habitantes morria em desastres naturais no intervalo de 1970 a 2008. Hoje, o número subiu para onze. Segundo Nobre, então, há necessidade de converter alertas meteorológicos em alertas de desastres, como nos casos dos deslizamentos deste ano na região serrana do Rio de Janeiro. Para isso, servirá também o Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais, com implementação prevista para este ano no campus do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), no município de Cachoeira Paulista.

História
O diretor do Inmet informou que o Instituto tem hoje, em sua sede, dois galpões para receber 12 milhões de documentos produzidos ao longo de cem anos, desde a época do Império, nos dez Distritos de Meteorologia (o Inmet completou 101 anos em 18 de novembro de 2010). Esse material é higienizado, escaneado e organizado para montar um arquivo nacional de dados. O primeiro distrito, com sede em Manaus, já enviou cerca de 70 caixas para dar início a tais procedimentos.

Para ele, resgatar esses dados é resgatar a história do clima no Brasil. Com isso, é possível traçar ações e prever desafios para a agricultura, por exemplo. “Com essas informações teremos um modelo realista do que aconteceu nos últimos anos e torna-se mais fácil uma adaptação da agricultura ao clima, que está mudando”, menciona.

Além do impacto do clima na agricultura, as palestras abordaram mudanças climáticas, avanços tecnológicos na meteorologia gerenciamento de risco de desastres naturais.

Saiba mais
O Dia Meteorológico Mundial marca os 61 anos de criação da Organização Meteorológica Mundial (OMM) como uma agência especializada das Nações Unidas para tratar do clima, do tempo e da água.



21 de março de 2011

Brasil construirá laboratório marítimo em plataforma desativada


Uma das propostas em discussão é viabilizar a primeira plataforma oceânica brasileira, um laboratório em alto mar voltado para pesquisas científicas e tecnológicas. A ideia foi apresentada aos pesquisadores pelo ministro da Ciência e Tecnologia, Aloizio Mercadante, em simpósio, no fim de fevereiro, promovido na sede do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), em Brasília.

Estudos da Petrobras apontam para a possibilidade de aproveitamento da estrutura de plataformas de exploração de petróleo que estão sendo desativadas pela companhia, que podem ser convertidas para laboratórios científicos. No laboratório serão feitas pesquisas marinhas de alto nível relacionadas às correntes oceânicas, vida marinha, biotecnologia e geologia, sobretudo geologia do petróleo, em apoio à exploração do pré-sal.

Pesquisas oceanográficas

As discussões foram desenvolvidas a partir de três vertentes: Pesquisa e Desenvolvimento, Recursos Humanos e Aspectos Institucionais e Logística.

Ao final dos debates, o grupo chegou ao consenso de que um laboratório oceânico dessa natureza é importante para alavancar as pesquisas oceanográficas no Brasil, sendo um grande investimento, tanto do ponto de vista político-estratégico quanto científico.

Os cientistas prepararam uma série de sugestões, que serão apresentadas ao ministro como subsídio para desenvolvimento de pesquisas, formação e capacitação de recursos humanos em Ciências do Mar, utilizando a Plataforma Oceânica como base para os avanços das pesquisas.

Projeto Pirata

Outra iniciativa para facilitar a coleta de dados sobre o mar é o Projeto Pirata, implantado desde 1997.

Trata-se de uma cooperação entre Brasil, Estados Unidos e França, que trabalha com um conjunto de boias oceânicas ancoradas no Atlântico Tropical, tendo no Brasil a coordenação do INPE (Instituto Nacional de Pesquisa Espaciais), em parceria com a Marinha.

Os equipamentos mantêm registros diários dos valores de temperatura, de salinidade e de precipitação, dados utilizados para o estudo do clima e do oceano. "Essas boias são essenciais para entendermos de que forma o Oceano Atlântico Tropical afeta o clima do Brasil", ressalta o pesquisador titular do Inpe, Paulo Nobre.

O especialista reforça que o conhecimento na área é importante para se entender a influência do mar em ocorrências como grandes secas e inundações, cada vez mais intensas no País. "Essa variabilidade do clima sobre o Brasil é muito impactada pela dinâmica do Oceano Atlântico. O Oceano Atlântico era, até então, recentemente, um vazio de dados e de conhecimento, então essas boias visam sanar essa falta," sustenta.

Os dados são coletados pelas boias a cada hora e transmitidos por satélites brasileiros e europeus. 

As informações são processadas e disponibilizadas na internet, na página do Inpe e de outras instituições nos Estados Unidos e na França, e enviadas a centros de meteorologia para serem utilizados para as previsões de tempo e de clima.

No Brasil, o projeto é estruturado através do Comitê Nacional do Projeto Pirata, que conta com a presidência do Inpe e a participação da Diretoria de Hidrografia e Navegação da Marinha do Brasil, do Instituto Oceanográfico da Universidade de São Paulo (USP), do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), e da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), entre outros.

Boias e sensores

A novidade é que o Projeto Pirata começa a trabalhar na consolidação e capacitação dos laboratórios de calibração de sensores na construção das boias no Brasil.

"Esse é um processo que, até então, vinha sendo feito pela NOAA (na sigla em inglês - Administração Oceânica e Atmosférica Nacional) nos Estados Unidos, e agora nós estamos dando mais esse passo que é para que todo o processo das boias - coleta dos dados, retirada anual do mar para calibrações - sejam feitas no Brasil", informa Nobre.

Os novos rumos do projeto, os investimentos e a operacionalização também já foram discutidos em uma outra reunião no Ministério da Ciência e Tecnologia.

Fonte: MCT